Após a emissão da nota oficial “ABHH esclarece: sangue de cordão umbilical não é seguro de vida”, a imprensa voltou os olhos para o alerta da entidade acerca de argumentações enganosas que têm sido utilizadas com objetivo de sensibilizar pais de recém-nascidos a congelarem o material de seus filhos.

A Agência Brasil de Notícias, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), reconhecida por sua credibilidade na cobertura jornalística, publicou em 9 de abril três reportagens sobre o assunto:

– Armazenar sangue de cordão umbilical é prática cada vez mais comum no País

– Anvisa lançará cartilha sobre reais benefícios de armazenar sangue de cordão umbilical

– Brasil terá mais cinco bancos de sangue de cordão umbilical até 2014

Uma das fontes ouvidas foi o presidente da ABHH, Carmino Antonio de Souza, que pode esclarecer na matéria “Armazenar sangue de cordão umbilical é prática cada vez mais comum no País”, os pontos que levam à desinformação acerca das propriedades do sangue de cordão como terapêutica.

Segundo Souza, a maioria das famílias paga um preço alto na esperança de uma promessa sem fundamento. “As pessoas precisam saber que terão um gasto grande para manter uma célula sem nenhuma função. Elas acreditam que o que foi coletado é um seguro de vida para o filho. A coleta em si não é garantia de qualidade. É um negócio que tem favorecido vários empresários, mas o favorecimento das famílias é remoto”, comentou na reportagem.

Ainda na série de reportagens da Agência Brasil, um importante anúncio foi efetivado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Por meio do gerente de Tecidos, Células e Órgãos da instituição, Daniel Roberto Coradi de Freitas, foi dito a repórter da Agência que até o final de março desse ano será publicada uma cartilha em que serão relatados os reais benefícios de se armazenar sangue de cordão umbilical. “(…) nosso intuito é esclarecer aos pais essa realidade para que eles tomem uma decisão consciente”, disse Coradi. “Alguns bancos acabam fazendo propaganda sobre o uso da célula para o tratamento de uma série de doenças, o que ainda está sendo pesquisado”, acrescentou.

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